A
indústria mundial de embalagens vem se esmerando em produzir itens mais
baratos, divertidos, funcionais, informativos e recicláveis. Um exemplo está
nas embalagens de bebidas e alimentos que indicam a temperatura do produto,
como algumas latas de cerveja. Ainda em alimentos, outra tendência são as
embalagens fabricadas com materiais resistentes à pressão e ao calor, que
permitem que o alimento seja cozido dentro de caixas multifolhadas ou potes
plásticos. Do outro lado, marcas premium procuram criar embalagens
colecionáveis para evitar o descarte. Essas são algumas das tendências apontas
pelo estudo "The Future Report: Packaging", conduzido pela
consultoria inglesa The Future Laboratory, em parceria com a brasileira
Voltage.
Faturamento de US$ 820 bilhões em 2016
De acordo com o levantamento, a indústria de embalagens deve atingir faturamento de US$ 820 bilhões em 2016, puxado pelas inovações. O montante representa um crescimento de 22% perante os US$ 670 bilhões registrados em 2010, segundo dados da World Packaging Organisation. O estudo aponta ainda que consumidores do Brasil, Rússia, Índia e China, países emergentes que compõem o BRIC, apresentam preferências diferentes quando o assunto é embalagem. Os brasileiros da classe C, por exemplo, preferem embalagens com cores e modelos extravagantes. Os russos estão mais interessados em embalagens convenientes, não se preocupando muito com o impacto disso no meio ambiente. Já os indianos desejam que a embalagem reflita o orgulho que sentem do país, como a marca de água Himalaia. Os chineses, por sua vez, querem que a embalagem seja capaz de comprovar a autenticidade do produto./Valor Online
Faturamento de US$ 820 bilhões em 2016
De acordo com o levantamento, a indústria de embalagens deve atingir faturamento de US$ 820 bilhões em 2016, puxado pelas inovações. O montante representa um crescimento de 22% perante os US$ 670 bilhões registrados em 2010, segundo dados da World Packaging Organisation. O estudo aponta ainda que consumidores do Brasil, Rússia, Índia e China, países emergentes que compõem o BRIC, apresentam preferências diferentes quando o assunto é embalagem. Os brasileiros da classe C, por exemplo, preferem embalagens com cores e modelos extravagantes. Os russos estão mais interessados em embalagens convenientes, não se preocupando muito com o impacto disso no meio ambiente. Já os indianos desejam que a embalagem reflita o orgulho que sentem do país, como a marca de água Himalaia. Os chineses, por sua vez, querem que a embalagem seja capaz de comprovar a autenticidade do produto./Valor Online
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