O presidente da Braskem, Carlos
Fadigas, informou que a demanda doméstica por resinas termoplásticas deverá
crescer aproximadamente 4% em 2013, em relação ao ano passado. O número é
levemente acima da marca de 3% sinalizada por Fadigas, no final do ano passado.
Para que a marca seja alcançada,
o executivo acredita que seus clientes (o segmento de transformação plástica)
precisarão aproveitar o momento da economia brasileira e os incentivos dados
pelo governo federal à competitividade da indústria nacional, inclusive a
partir do maior controle ao produto importado. "Esperamos que nossos
clientes capturem esse crescimento", disse Fadigas.
Energia elétrica respondeu por 3% do custo
O executivo também revelou que a
desoneração sobre a conta de energia elétrica anunciada pelo governo federal
reduzirá os custos da petroquímica entre R$ 80 milhões e R$ 100 milhões em
bases anuais. A energia elétrica respondeu por 3% do custo dos produtos
vendidos (CPV) da companhia no quarto trimestre de 2012. Esse ganho, porém, poderá
ser reduzido em 2013 devido ao despacho das térmicas.
Em um cenário mais desfavorável,
o impacto do despacho das térmicas no preço da energia "consumiria"
50% do ganho previsto para este ano, estima Fadigas. "Mas serei otimista.
Uma coisa é de caráter temporário e outra é de caráter permanente",
ponderou Fadigas.
Fonte: Exame Portal
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